segunda-feira, 29 de setembro de 2008

DA SÉRIE FILMES QUE NÃO PODEMOS ESQUECER 1 - RUAS DE FOGO


Estou criando tantas séries aqui no V Oitão que daqui a pouco nem vou lembrar de atualizá-las. Não sei por que, mas me deu vontade de escrever hoje sobre Ruas de Fogo, um dos preferidos aqui da casa.

Lançado em 1984, o longa tem produção de Joel Silver, o mesmo cara que hoje é um dos mais poderosos de Hollywood e responsável pelas séries cinematográficas Máquina Mortífera, Matrix entre outros hits. A direção é de Walter Hill, que já tinha feito 48 Horas, um belo sucesso com Nick Nolte e Eddie Murphy.

Ruas de Fogo (Streets of Fire) surgiu para ser uma espécie de musical rock'n'roll, bem retrô, numa linguagem meio MTV, meio quadrinhos. A história mostra o mercenário Tom Cody (Michael Paré, um dos canastras mais bacanas do cinema) voltando à sua cidade para resgatar seu ex-amor, a agora estrela do rock Ellen Aim (interpretada pela lindona Diane Lane). Ela foi seqüestrada por uma gangue de motoqueiros liderada por Raven Shaddock (Willem Dafoe com sua melhor cara de vilão, incluo aí o Duende Verde). Bom, o pau quebra geral entre o lado do bem e do mal. Para encarar os inimigos, Tom recebe a ajuda de Billy Fish (Rick Moranis) e McCoy (Amy Madigan).



O roteiro é bobinho, com os bonzinhos contra os malvados, tipo um filme do Elvis, com o bem triunfando e o heroizinho detonando o vilão. Você já sabe quem vai ganhar desde o início. Mas isso não é o que importa aqui e sim outras duas coisas que chamam muito a atenção no filme: o visual e as músicas.



Ruas de Fogo foi feito nos anos 80, mas uma frase no início da projeção dá a dica: "Em outro tempo... em outro lugar". E é isso mesmo, Ruas de Fogo é uma fábula rock'n'roll e por isso tem uma história idealizada, com o herói bonitão vencendo o inimigo e ficando com a mocinha gata no final. Além disso, por se passar em outra época, o visual acaba sendo uma mistura muito legal de um mundo oitentista com elementos dos anos 50. Carros antigos, neons e fumaça dão o tom do que se vê na tela.



A parte musical arrebenta. Ellen Aim virou - na história, claro - uma cantora de rock bem famosa que canta músicas épicas típicas dos anos 80, um negócio meio ali na praia da Bonnie Tyler em "Total Eclipse of The Heart". São aquelas músicas que todo mundo que assiste ao filme fica esperando o refrão chegar pra cantar junto, saca? Por essas qualidades, a trilha sonora conseguiu arregimentar seus fãs mundo afora e a imagem de Ellen Aim ficou grudada na mente de quem já assistiu a produção.

Mas Ruas de Fogo foi um fracasso de bilheteria. Fez tão pouco dinheiro que deixou Joel Silver seriamente preocupado sobre a continuidade de sua carreira como produtor. Só para você saber, o filme seria o primeiro de uma trilogia protagonizada pelo personagem de Michael Paré. Por causa da pouca grana que rendeu, as continuações nunca saíram e Paré foi condenado a ficar atuando em filmes de quinta categoria para o resto da vida.



Acontece que, ao contrário do que muita gente poderia imaginar, Streets of Fire acabou virando um cult oitentista. No Brasil ele chegou a ser um hit das locadoras naquela década e foi um dos primeiros VHSs alugados por este que vos escreve neste momento. E não foi apenas no Brasil que a coisa fez sucesso. No Japão também há muitos fãs do longa, tanto que ele é citado no anime Bubblegum Crisis, com uma das personagens trajadas como Ellen Aim.



Só para finalizar, o nome Streets of Fire foi tirado de uma música do álbum Darkness on the Edge of Town, do meu amigo Bruce Springsteen. Era para esta canção estar no filme, mas quando Bruce ficou sabendo que ela teria que ser cantada por outro cantor, não deu permissão.



Ano que vem Ruas de Fogo completa 25 anos.

DA SÉRIE POR QUE VOCÊS NÃO VÃO PARA O INFERNO?

Amigos, vocês viram a capa da mais recente edição da Caras nas bancas? É um dos negócios mais grotescos de todos os tempos. Suzana Vieira de biquíni??????????? Sério mesmo, o mundo se tornou um lugar pior desde que eu vi essa revista. Só tenho uma coisa a dizer: cadeia nessa mulher e nesse marido louco. Das duas uma: ou esse sujeito gosta de sofrer ou está no testamento da atriz. Se tiver coragem, veja a foto aí, mas já aviso: pode causar descolamento da retina.

HEROES


Posso confessar uma coisa? Nunca fui muito fã de Heroes. Quando a série surgiu, fui pego no meio de todo aquele furacão da mídia, assisti a boa parte da primeria e segunda temporadas, mas não me empolguei. O mesmo aconteceu ontem, ao ver o primeiro episódio do terceiro ano.

Não sei exatamente o que foi que aconteceu. O primeiro ano é legal e o segundo é um lixo, ok. Mas o que deve ter acontecido é que sou fã de quadrinhos há milênios e já vi esse tipo de história ser contada umas trezentas vezes e muitas delas bem melhor do que em Heroes. A série de Tim Kring é um arremedo de Watchmen com Rising Stars e realmente deve impressionar quem nunca foi muito próximo das HQs, mas quem é macaco velho já saca tudo. É o meu caso. Some-se a isso um segundo ano fraquíssimo e não tem jeito: Heroes não está na minha lista de prioridades no momento.

Posso até vir a gostar, veja bem. Mas no momento eu passo.

BOSSA CHATA


Eu já tinha lido na imprensa que o show do Caetano e Roberto Carlos em homenagem aos 50 anos da Bossa Nova era chato. Juro que acreditei na crítica (em geral não dou bola para o que os caras escrevem, mas acreditei nessa). Pois bem, ontem conferi o especial que foi exibido tarde da noite na Globo.

Sou fã do Roberto e detesto o Caetano. Só por aí já havia apenas 50% (ou menos) de chance de gostar do negócio, já que os dois iam dividir o palco em alguns momentos. Mas nem o Roberto conseguiu salvar o negócio. Foi um show chato mesmo. Bossa Nova é uma musiquinha bunda, feita por gente bunda, para pessoas bundas. O resultado disso é que não tinha mesmo como dar certo.

Aliás, antes que alguém pense coisa errada, eu sou fã do Roberto pelo conjunto da obra e sei que ele não vem fazendo nada quase nada que se salve nessas últimas duas décadas.

domingo, 28 de setembro de 2008

SÉRIE EU TENHO VOCÊ NÃO TEM 1 - DEMOLIDOR AMARELO


Lembra que eu falei que ia mostrar minha pra lá de fantástica coleção de bonecos pra você aqui? Então, está começando hoje. É uma boa maneira de ter o que escrever aqui no V Oitão quando estou meio sem assunto. Enfim, vamos lá.

Aqui nas fotos (que não estão lá muito boas, admito) você está diante de uma daquelas raridades. Este boneco do Demolidor, com o uniforme vermelho e amarelo é muito raro e saiu na coleção do Homem-Aranha de vários anos atrás. Não sei exatamente a data, mas é por volta ali do ano 2000, 2001 se não me engano. Como pode perceber, ele está na caixa e é um dos vários itens da minha coleção que eu classifico como JAMAIS TOCADO POR MÃOS HUMANAS.

Esse boneco é bem raro porque sua produção foi bem pequena. Já na época de seu lançamento era muito difícil encontrar um à venda nas lojas, por isso seu preço é alto. Em sites de leilões, esse Demolidor custa hoje mais de US$ 100. É um valor bem alto para o mercado americano.

Eu sou um fãzaço do Homem Sem Medo, mas demorei muito tempo para conseguir este exemplar pra minha coleção. Primeiro porque demorei para topar com um cara a cara. Depois porque era caro e eu ficava com dó de gastar o dinheiro.

A primeira vez que encontrei um desses cara a cara foi em Los Angeles, numa loja de quadrinhos e action figures de lá e o preço eram exatos US$ 100. Isso foi em 2003. Estava meio curto de grana, o cartão de crédito estava já meio estourado por causa da viagem e deixei passar a oportunidade, mas já me odiando por isso, obviamente.

Aí, depois de um tempo, no Brasil, dei uma busca por bonecos no Mercado Livre e lá estava a criança à venda. Não era leilão, ou seja, era só topar pagar o preço pedido e levar embora. Acontece que o dono queria salgados R$ 350. Deixei pra lá mais uma vez. Dois meses depois voltei ao Mercado Livre e o Demolidor amarelo continuava lá, só que por R$ 250. Resolvi negociar com o dono, que me vendeu por R$ 200 em duas vezes. O cara estava de saco cheio de não conseguir vender a peça e topou minha pechincha. Paguei a primeira prestação e só depois de ter pago a segunda é que receberia o produto. Tudo rolou direitinho e hoje este Demolidor está na minha coleção desde então. Nunca foi aberto.

Em geral eu não gosto de deixar os meus bonecos dentro da caixa (assistiu a Toy Story 1, né? Então...), mas alguns não tenho coragem de tirar de dentro dela. Esse Demolidor é um desses casos. Tirar da caixa desvaloriza o boneco. Acontece que não tenho a menor intenção de vendê-lo, então por que não tirar, não é mesmo? Mas o fato é que não tenho a manha de rasgar o plástico. Quem sabe um dia? Mas não hoje.

Logo mais o EU TENHO VOCÊ NÃO TEM volta com mais uma supercuriosidade bonequística da minha coleção. Esteja pronto para babar. Porque tem muita coisa que eu tenho e que você não tem. A inveja é uma merda mesmo.

P.S.: O EU TENHO VOCÊ NÃO TEM não vai falar só de bonecos, mas também de gibis, CDs e outros itens raros das minhas coleções.



sexta-feira, 26 de setembro de 2008

ROCK BAND 2

Acabei de jogar Rock Band 2 aqui na redação. Peguei a guitarra e mandei brasa em "Eye of the Tiger" (Survivor, tema do Rocky), "You Gave Love a Bad Name" (do Bon Jovi) e "Hungry Like the Wolf", dos meus amigos do Duran Duran.

A música do Duran é deles nesta fase:


Istáile demais, diz aí.

ESSA É LEGAL

Já tinha ouvido, mas o pessoal do trabalho comentou ontem. Foi uma resposta de prova, não sei se foi vestibular. Olha só:

Pergunta: Qual a função do esqueleto?
Resposta: Invadir o Castelo de Greyskull

heheheheheheheheehheeh

VOTAÇÃO ERÓTICA 1

Tudo bem, aquela votação dos políticos não estava com nada, admito. Então pra ajudar a levantar a audiência do V Oitão, vamos apelar na nova enquete. Começamos aqui a Votação Erótica, onde você vai poder eleger as maiores gatas do universo. Começamos com super-heroínas, claro. Vote aí:


Poderosa


Mulher Maravilha


Canário Negro


Warbird


Mulher-Gato


Feiticeira Escarlate


Gata Negra


Jean Grey

GÊNIO

Estou aqui em casa me preparando para ir ao trabalho, enquanto isso assisto ao Pernalonga no SBT. Animação dirigida, claro, pelo gênio Chuck Jones. Não há palavra melhor para descrever Jones do que "gênio". Qualquer um que entenda um pouquinho de animação sabe da importância desse cara.

Antes de começar a passar o Pernalonga, o SBT estava exibindo Tom & Jerry, com aquela fase clássica onde a animação era não menos que perfeita. Cenários pra lá de caprichados, movimentação ótima, enfim, tudo pra lá de incrível. Ah, agora acabou de voltar à tela Tom & Jerry clássico. É um dos episódios em que participa aquela empregada gorda cujo rosto nunca aparece. Aqui, Tom leva uma pancada na cabeça e fica meio biruta, achando que é um rato. Aí ele quer comer queijo e morar na toca do Jerry. Isso deixa o ratinho puto e ele faz de tudo para reverter a situação e fazer o gato voltar ao normal.

Chuck Jones também trabalhou em vários episódios de Tom & Jerry. São episódios muito bons, mas não são os meus favoritos desses personagens. Agora quando o assunto é Chuck/Pernalonga, é algo insuperável.

Enfim, podem me chamar de velho, mas que não se fazem mais desenhos assim hoje em dia para a TV, é um fato incontestável. Há coisas legais sim, como Bob Esponja, por exemplo, mas nada supera estes clássicos.

Bom, logo mais eu volto com algum outro post de qualquer lugar do planeta.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

NOW WE'RE TALKING

Finalmente Hard Boiled saiu (na Comix já tem, não sei em outros lugares) aqui numa edição decente. O álbum reúne simplesmente Frank Miller e Geoff Darrow numa das HQs mais sensacionais do velho e bom Miller. A história é violentaça e alia roteiro e desenho de uma forma incrível.

O inacreditável é essa obra-prima nunca ter saído aqui antes de forma decente. Houve umas tentativas no passado: a Atitude chegou a publicar, numa mini em três partes mas só saíram as duas primeiras. Depois a editora faliu e ficou tudo por isso mesmo (tenho as duas primeiras partes até hoje em algum lugar de casa). Aí, em 2002, foi a vez da Pandora fazer sua versão. Saiu na íntegra, mas numa tiragem tão pequena que (quase) ninguém viu. E o pior: o lançamento foi em preto e branco, o que tira metade da graça do negócio. Claro que isso foi feito para baratear os custos da produção, mas é o que eu digo sempre: não tem grana pra fazer direito? Então não faça.

Bom, mas agora a Devir corrige essas falhas todas e nos dá o prazer de ler (ou reler) Hard Boiled numa edição única, bonitona, papel bom, colorida e com aquele cheirinho de gibi novo (quem cheira o gibi aí? Eu cheiro). Claro que tudo isso tem um preço: R$ 45 pilas. Mas vale, viu.

Eu mesmo quis lançar Hard Boiled no Brasil quando era editor da Pixel. Até perguntei pro pessoal da Dark Horse, mas eles disseram que a Devir tinha a preferência do material deles de Frank Miller. Paciência. Mas aí está o resultado: uma bela edição pra gente curtir.

Agora bate um zóião nas imagens da versão brasileria (o termo "brazuca" é proibido pelo manual de redação de Odair Braz Junior):







TEM GENTE QUE NÃO SE LIGA

Li agora no Universo HQ (link ao lado) que a empresa Liquid Comics comprou a Virgin Comics. A nova dona vai se dedicar a fazer animações com os personagens.

É bom quando se tem dinheiro sobrando, né? Porque só isso explica a compra do lixo que é a Virgin Comics. A empresa - de origem indiana - entrou no mercado fazendo barulho, contratou gente famosa como Garth Ennis, John Woo entre outros para escrever os gibis. Tudo saiu ruim, mas ruim mesmo. Não teve uma HQ decente sequer saindo dali de dentro. Bom, tanto é que a Panini Comics aqui do Brasil comprou os direitos só para não deixar ninguém mais lançar produto concorrente. Deu com os burros n'água: lançou umas três séries e enterrou o negócio. Ou seja, jogou dinheiro fora (se bem que eles têm grana, então dane-se). Aliás, a Panini fez o mesmo com os títulos da Top Cow aqui: comprou pra esconder da concorrência e encaixotou tudo (mas também o material não faz falta tirando Midnight Nation e Rising Stars).

E agora essa da Liquid Comics. Precisa dizer que não vai sair nada que preste daí?

Olha só um dos personagens da Virgin (não, não sei o nome). Vê se uma tranqueira dessas tem chance de vingar.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

ESSA É DA BOA

Por falar em Action Figures, que citei ali embaixo, tenho uma dica bacana pra dar. Na Galeria do Rock, aqui em São Paulo, abriu uma loja muito boa de bonecos. Já tinha ido nela há uns três meses mais ou menos, mas nessa época ela estava meio que em início de carreira e tinha pouca coisa.

Voltei lá no último sábado (dia 20/9) e o cenário mudou. Tem muito mais bonecos à venda de várias coleções diferentes e de fabricantes diferentes também. Tem Marvel, DC, McFarlane Toys, Neca, bonecos de games e até alguns um pouquinho mais raros. Tem, por exemplo, um boneco do Michael Jackson dos anos 80, com visual de "Thriller" e que custa a módica quantia de R$ 450 pilas.

Tudo isso para dizer que se você mora em São Paulo, tem que fazer uma visitinha ao lugar. Ah, e os preços não são tão exorbitantes quanto em outros lugares. É carinho ainda, mas não tãão caro assim.

O boneco do Michael que tem por lá é a versão original dos anos 80. Essa foto abaixo é de um muito parecido, só que é uma reedição. Dá uma olhada:



É que eu estou meio sem grana pra comprar o da loja, mas compraria na boa. Enfim, dá um pulo lá na loja pra ver se náo é legal mesmo. Ah, não marquei o nome da loja e acho que fica no segundo piso. Desculpa aí, mas perambule por lá que você encontra, tem um vitrinão cheio de bonecos, inclusive esse do Michael Jackson.

SANDMAN NA PIXEL

Se alguém aqui visita o blog da Pixel já pôde ver que a editora vai voltar a lançar o Sandman. Alguns vão dizer que é um exagero, já que a Conrad acabou de terminar (essa frase saiu estranha) a republicação da coleção toda na sua versão de luxo, com capa dura, papel bom, notas explicativas e o escambau.

Olha, pode até ser um pouco de exagero voltar com Sandman agora. Mas se você for pensar bem mesmo, vai ver que não é não. Este trabalho de Neil Gaiman é um daqueles casos em que uma obra se transforma em clássico e isso faz com que ela seja sempre relançada. A versão da Pixel, por exemplo, vai ser diferente daquela que a Conrad trouxe ao público. Primeiro que será mais barata (R$ 29,90) para o primeiro volume que é o Prelúdios e Noturnos (dessa vez com capa certa, coisa que a Conrad errou). O fato de o preço ser mais em conta é ótimo, porque tem muita gente que não comprou a coleção conradiana justamente pelo alto custo. Além disso, Prelúdios e Noturnos está esgotado. Segundo o que o Cassius Medauar (editor da Pixel) colocou no blog, o Sandman pixeliano terá material extra inédito e, o que é mais legal: virá recolorizado, o que atualiza a obra e a deixa mais moderna e bonita. Sem tirar a originalidade.

Com relação a este assunto - originalidade - tenho algo a dizer. Em 2006 eu estive em San Diego para participar da Comic Con (uma hora dessas falo mais sobre este evento) e pude visitar o estúdio da Wildstorm (estúdio que pertence à DC). A recolorização de Sandman estava sendo feita lá e o pessoal que estava encarregado do trabalho me disse que estava dando um trabalhão, mas que o resultado seria muito bom. Isso você vai poder conferir logo mais. A edição chega às livrarias e comic shops neste final de setembro.

Agora fique aí com a capa da versão nova:

E ACTION FIGURES?

Ah, também tenho recebido milhares de emails (ahã) perguntando quando é que vou começar a falar sobre Action Figures. A resposta é: já, já. Vou mostrar itens raríssimos da minha gigantesca e fantástica coleção. Também vou tratar de novidades do mundo dos bonecos, que aqui no V Oitão serão chamados carinhosamente de "hominhos". Aguarde que logo mais pinta por aqui. Enquanto isso não acontece, uma fotinho legal do Amigão da Vizinhança que achei por aí:

E QUADRINHOS?

Tenho recebido centenas de emails (mentira!) de pessoas reclamando que estou postando pouca coisa sobre quadrinhos. É verdade mesmo. Tenho tido pouco tempo para ler quadrinhos atualmente. Sabe como é, o V Oitão é a única coisa que eu faço da vida para ganhar dinheiro (hahahahahahahahahahaha) então, não tenho tido tempo para ler gibi.

Sério agora: continuou comprando praticamente todas as HQs que saem em português (o povo da Comix me adora. Chego lá tem até caviar pra mim) e devo começar a postar vários comentários sobre o assunto.

Enquanto isso não acontece, vai uma bela imagem do Morcegão desenhado pelo Neal Adams (coisa de leitor de HQs old school).

terça-feira, 23 de setembro de 2008

PARE O MUNDO!

Hoje eu li na Folha Online que o primeiro show do Marcelo Camelo, ex-Los Hermanos, causou comoção entre os fãs. Histeria coletiva mesmo. É nessas horas que eu perco a fé na humanidade. Aquecimento global? Desmatamento? Seca? Queda da bolsa? Não, pra mim o fim do mundo é isso aí: gente se esguelando por uns manés desses. Chorãããão, cadê você? Corre, Camelo, senão olha o que acontece de novo:



Sim, eu tenho nojo de colocar foto dele aqui, mas essa é por uma boa causa.

WARIO QUEBRA TUDO

Olha só que putz vídeo legal. Bate um zóio:

http://br.youtube.com/experiencewii

GENTE QUE NÃO DEVERÍAMOS ESQUECER - 2


É a vez de ninguém menos que Patsy Kensit. Quem? Sim, esta série do V Oitão se chama GENTE QUE NÃO DEVERÍAMOS ESQUECER, mas no caso nem dá para esquecer já que muita gente não a conhece, certo? Certo, mas estamos aqui para mostrar nossa profunda cultura pop trash. Então, senta e aprende.

Patsy Kensit era uma garotinha inglesa ávida pelo sucesso. Começou como atriz mirim e no meio dos anos 80 virou cantora sexy tipo Madonna. O maior feito da moça foi ter sido capa da Bizz lá nos mesmos anos 80 com a incrível chamada: "Te cuida, Madonna. Patsy vem aí". Um erro de avaliação fenomenal, afinal a cantorinha não conseguiu fazer sucesso e ficou tudo por isso mesmo. Ela voltou a ser atriz, participou de Máquina Mortífera 2 (onde faz a namorada assassinada do Mel Gibson) e finalmente se casou com Liam Gallagher, do Oasis. Eles se separaram e ela continua sua carreira como atriz, fazendo pontas por aí.

Olha um videozinho tosco que eu achei (se liga na música):





Olha a Patsy com o Mel Gibson

DA SÉRIE MARCO LUQUE É NOSSO REI

E aí, galera. Fimose? Já falei aqui que o Marco Luque é o melhor membro (opa) do CQC. Um cara realmente chants (fimose e chants são bordões do Silas, só pra esclarecer). Só pra comprovar a teoria, dê uma olhada nesses dois vídeos do cara. O primeiro é o sensacional taxista Silas, o segundo é o motoboy Jackson Five. Se liga na paradinha:




segunda-feira, 22 de setembro de 2008

ENQUETE NOVA

A nova votação está aí ao lado. Só para constar, o voto na Soninha é meu. Acho ela mala demais. Sou politizado, tá pensando o quê? Que a vida é só ler gibi?

TVZONA 5 - CAMPANHA ELEITORAL


Segundo pesquisas de audiência, as TVs estão se ferrando com a campanha eleitoral. O Ibope dos canais abertos caíram muito desde o início dos programas dos partidos. Mas eu não mudo de canal, não. Acho o maior diversão ver os políticos se esfalfando pra ganhar votos.

O Alckmin parece um frade beneditino com aquela boca de chupar ovo dele. Já viu o cara rindo? É estranho demais. A Marta virou a melhor amiga dos pobres, se marcar bobeira come até comida do chão. O Maluf é aquele bonachão de sempre. O Kassab quase virou mano, cheio de gíria pra agradar a "galera" da periferia. E a Soninha me parece meio mala com aquele "quem foi que disse?" Sei um podrinho dela bacana, depois eu conto.

Agora o que me diverte mesmo são os dias reservados aos vereadores. Meu, é só risada. Olha os candidatos: Sérgio Mallandro, Avanir, Enéias Filho, Dinei (ex-Corinthians) e mais um monte.

Dia desses, aqui na Avenida Rebouças, em São Paulo, eu vi a Avanir num posto de gasolina. Estava ela lá com seu indefectível casaquinho vermelho, dentro de um carro todo adesivado com o nome dela e um enorme alto-falante no teto. Bom mesmo foi uns dias depois em que apareceu um carro puxando um carrinho com um busto da Avanir feito de acrílico e em tamanho gigante. Era uma coisa horrososa, parecia um boneco de Olinda, só que com a cara da Avanir.

E o Enéias Filho? Bom, não sei se ele vai se eleger, mas é uma figuraça. Pra começo de conversa ele não é filho do Enéas (sim, sem o "i") clássico que morreu um tempo atrás. Ele é filho de um outro cara chamado Enéias (um ex-vereador do Prona, também cover do Enéas), mas para aproveitar o nome, o cara se fantasiou de Enéas e mandou brasa. Já dá pra ver a honestidade do sujeito, né?

Por essas e outras é que assisto ao horário eleitoral sempre que posso. Faça um teste. No dia dos vereadores dá pra se divertir legal.

Ah, e aquele carinha e aquela mina que ficam falando durante o horário do Maluf? Eu quase acredito, sabia? Eles praticamente me levam às lágrimas. Foda é o carinha que grita com olhar de louco "Paulo Maluf é o cara". Meda.

Enquanto isso, se você ainda não viu o Enéias, assista ao vídeo aí embaixo:

TVZONA 4 - NOVELA LIXÃO


É o mutante da boca gigantesca? Não, é só a Babi Xavier com uma operação plástica (ou botox, sei lá) malfeita (e aquele cara atrás da Babi? Será que tá de olho na bunda dela?)



Fiquei bem intrigado quando soube que a Record iria lançar a novela Caminhos do Coração. O roteiro chamava atenção por ser algo completamente diferente das novelas brasileiras, com claras influências de quadrinhos (especialmente X-Men) e Heroes.

Com a expectativa, conferi os primeiros capítulos, fiz cobertura no site Herói (link ali do lado) e já achei um belo lixão. Cenas de ação mal-editadas, personagens toscos, efeitos ridículos, frases feitas e por aí vai. Agora a bomba continua com Os Mutantes e parei para ver uns outros capítulos. Olha, a coisa chega às raias da loucura.

Vi um capítulo em que aparece um dinossauro muito mal feito. E agora ainda estão aparecendo umas naves espaciais que ficam abduzindo pessoas. O efeito das naves é risível. E os diálogos? Um monte de frases feitas que parece ter saído de HQs ruins. Manja aqueles gibis da Marvel ou da DC feitos nas coxas, com histórias tapa-buracos e que não acrescentam nada? Então, os diálogos de Os Mutantes vão por esse caminho. Agora só não sei como é que não tem um ser humano para dar um toque no Tiago Santiago (o autor) e dizer para ele fazer um trabalhinho melhor. Não é tão difícil assim criar umas frases mais bacaninhas. É só gastar um fosfato a mais. Ler uns gibis melhores. Saber copiar melhor. Porque não tem problema copiar, mas, pelo menos, faça direito, né? Não é à toa que a audiência caiu (hehehe, toma Record).

E esse troço ainda virou álbum de figurinhas pela Panini. Aposto e ganho que deve ser um encalhe fenomenal.

***

Outro dia eu estava reclamando aqui no blog que os programas trash da madrugada estão sumindo da TV aberta. É verdade, mas tem uns à tarde graças à sempre valorosa Rede TV!, a TV mais trash do Brasil. Já viu o do Supla e do irmão dele na mesma Rede TV!? Olha, o bagulho é esquisitaço. Ainda não tive tempo para assistir o suficiente para escrever aqui. Mas já adianto que o João Suplicy é meio mala sem alça e com um carisma lá embaixo. E o Supla... bom, é o Supla. Vou ver e falo mais pra frente.

PS: O João Suplicy gravou um disco só com versões de músicas do Elvis cantadas em ritmo de Bossa Nova. Preciso falar que dá uma vergonha alheia danada ouvir essa coisa? E quando ele toca uma das canções desse álbum na TV? Meu amigo, é um negócio pra fazer você querer enfiar sua cabeça na privada e dar descarga.

***

Esse sábado assisti a entrevista do Zé do Caixão com a Luciana Vendramini, no Canal Brasil. Assisti a praticamente todos os episódios do programa do Zé, que se chama O Estranho Mundo de Zé do Caixão. Fiquei muito empolgado porque os produtores (Barcinski, Paulão e Álvaro) tiveram uma ótima sacana que foi a de fazer um programa de humor estrelado pelo Mojica. Mostrou o cara de um jeito que quase ninguém sabia que existia. Deu certo, tanto é que se transformou no recordista de audiência do canal.

Mas depois de vários episódios, a fórmula inicial começa a dar uns sinais de cansaço. Dá para entender: para baratear os custos de produção, os programas foram quase todos gravados num curto espaço de tempo. Isso fez com que a fórmula bacana original se tornasse meio repetitiva. Claro que há momentos ainda bem engraçados e dá para dar umas risadas.

A boa notícia é que parece que a segunda temporada está garantida. Aposto que os caras vão mexer um pouco na fórmula. Novidades devem vir por aí.

Nada de Conrad e Ediouro

Visitaram o Universo HQ (link ali do lado) hoje? Pois é, lá tem a matéria falando que a Ediouro desistiu de comprar a Conrad. Bom, esse assunto eu adiantei pra vocês aqui no blog (leia) e, pelo jeito, o bicho vai pegar para a Conrad.

O texto do Sidney Gusman (Sidão, para a galera) deixa claro que a situação não anda muito boa para a editora do Rogério de Campos. Fora o processo que ele está movendo contra a Pixel (outro ex-trampo meu) e contra o André Forastieri (que, pelo texto do Sidão, também move uma ação contra a Conrad). Enfim, acho essa história toda uma pena, tanto o caso do processo quanto pelo fato da Conrad estar mal das pernas. É lugar a menos para trabalhar, menos gibis bacanas pra sair. Se bem que, admito, não sou grande entusiasta de boa parte das coisas que a editora lança.

Agora, como eu já disse aqui no V Oitão, as editoras brasileiras de quadrinhos realmente estão pedindo água. O texto do Sidão lá no UHQ só comprova isso. Não tem jeito, a Panini, com toda a grana que tem sufoca efetivamente as editoras menores. Não estou nem falando que isso é certo ou errado, se eu fosse diretor da Panini, provavelmente faria a mesma coisa e partiria para o ataque, mas que a sufoca os concorrentes não há dúvida.

EU VOLTEI

Sim, amigos do esporte, estou de volta. Fiquei uns dias afastado do V Oitão. Vocês sabem, vida moderna, stress, São Paulo, trabalho... essas coisas. Mas agora vamos lá, é hora de blogar.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Marcelo Camelo e Rappa novos! Uhú!

Galerinha muito louca, o Marcelo Camelo (ex-Los Hermanos) e o Rappa estão com discos novos na praça. Uhú! A vida é bela! Uhú!

Agora sério. Como diria aquele antiquíssimo ditado: a pior coisa quando uma banda ruim acaba é que todos os integrantes saem em carreira solo. Aí, em vez de aturar um filho da mãe só, tem de aturar quatro ou cinco (mais, no caso dos Titãs). Agora está aí o Marcelo Camelo (Campelo, no Youtube) que não me deixa mentir. Claro que não vou ouvir o CD, mas já o odeio. Como diria o João Gordo "não dá para levar a sério ninguém que não goste dos Ramones" (ele disse isso para os próprios Hermanos durante uma entrevista em que os caras admitiram esta falha gravíssima de caráter). A minha pergunta é: cadê o Chorão nessas horas?

Sobre o Rappa, faço minhas as palavras de uma colega de trabalho: "Meu, adoro o Rappa, mas esse disco novo parece que está sempre tocando a mesma faixa". Não precisa dizer mais nada, né?

Não vou colocar foto aqui porque tenho nojinho.

PRISON BREAK - QUARTO ANO


Na minha maratona de novas temporadas (ao lado da respectiva, claro) conferi o primeiro episódio do quarto ano Prison Break, uma das séries favoritas da casa (a minha, no caso).


>>>OLHA OS SPOILERS<<<


Achei estranho esse início de temporada. Scofield (o protagonista) e seu irmão conseguem finalmente se livrar da cadeia, mas nem por isso a vida irá melhorar. Os dois, mais Sucre e Bellick, são convocados pelo governo americano para ajudarem a acabar com A Companhia. A Companhia, para quem não sabe, é o grupo que causou todo o problema na vida de Lincoln e Scofield nessas três primeiras temporadas. Os caras topam ajudar o governo em troca do perdão e do cancelamento de suas sentenças. E mais uma novidade: Scofield apaga as tatuagens de seu corpo com raio laser.

Este primeiro episódio mostra ainda um retorno inacreditável.


>>>AGORA O SPOILER É BRAVO<<<


Sarah, a namorada do Scofield, retorna dos mortos. Todo mundo achava que ela tinha sido morta e decepada na temporada anterior. E tinha mesmo. A cabeça cortada, inclusive, é mostrada. Mas tudo não passou de um planinho para forçar Scofield e seu irmão a andarem na linha.

Na verdade, na verdade, Prison Break está meio forçada. O retorno de Sarah foi difícil de engolir. Além disso, o seriado perdeu seu propósito inicial. Isso quer dizer que o quarto ano será ruim? Não necessariamente. Pode ser bom, como também pode ser ruim, mas o fato é que me parece ser um outro seriado. Mas como estava dando audiência, provavelmente os produtores decidiram continuar fazendo. Na minha modesta opinião, este quarto ano deveria ser o último. Façam Scofield e sua turma vencerem a Corporação e coloquem um ponto final. Estender ainda mais vai ser forçar a amizade.

Conto mais aqui conforme for assistindo. Stay tuned!

TRUE BLOOD RULES!


Assisti ontem ao segundo episódio de True Blood, a série de vampiros da HBO que eu comentei aqui alguns dias atrás. Meus "temores" se confirmam: realmente é um seriado muito bom e que tem muita coisa boa para mostrar.

Nesse segundo episódio, ficamos sabendo um pouco sobre o passado da telepata Sookie (Anna Paquim) e também sobre o passado do vampiro Bill. Além disso, surgiram alguns novos desdobramentos.

Quando estrear por aqui, acompanhe pra valer, porque só deve melhorar. Aliás, a segunda temporada já foi confirmada.

10 ANOS DE NINTENDO WORLD



Caramba! Nem tinha me ligado nessa, mas acabo de ver na capa do site Herói (link ali ao lado) que a revista Nintendo World está completando dez anos de vida. Ajudei a consolidar essa revista quando assumi como editor-chefe na edição 7 ou 8, não me lembro bem. Agora ela chega ao número 115!!!!! Cacilds! Parabéns para todos os que já passaram pela revista e também pela equipe que está por lá hoje.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

POR FAVOR, REBOBINE


A gente que é jornalista às vezes tem uns privilégios, que nem sempre valem muita coisa, mas tem. Uma delas é assistir a filmes antes. E esses dias pude ver Por Favor, Rebobine, dirigido por Michel Gondry, um cara que faz uns vídeo clipes sensacionais e uns filmes malucos como Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembrança.

O filme novo dele - em inglês, Be Kind, Rewind - tem pelo menos dois bons motivos para ser visto: um é o próprio Gondry. O outro é a presença do indefectível Jack Black.

O filme mostra uma locadorinha de bairro falida, que só aluga fitas de VHS em plena era do DVD. Para piorar, a locadora que é de propriedade do coroa Elroy (Danny Glover), tem tudo para ser despejada. Para tentar solucionar a questão, Elroy vai estudar o funcionamento de uma locadora moderna e grande. Enquanto isso, deixa seu ajudante Mike (Mos Def) tomando conta do negócio.

A vida de Mike se complica, claro, quando aparece o maluco Jerry (Black). Numa noite qualquer, ele chama Mike para fazer um servicinho sujo e acaba eletrocutado, o que não o mata, mas o deixa magnetizado. Ele vai até a locadora e desmagnetiza TODAS as fitas. Os clientes ficam loucos e a dupla sabe que o velho Elroy também ficará quando voltar.

Para não fechar as portas, os dois carinhas tomam uma decisão desesperada: quando um cliente pede um filme, por exemplo, Caça-Fantasmas, eles correm para refazer a produção com apenas uma câmera na mão. Obviamente fica tudo muito ruim, mas a clientela começa a gostar e Mike e Jerry passam a gravar cada vez mais nesse esquema mambembe mas extremamente engraçado.

A partir daí o filme vai embora, só que o roteiro (também de Gondry) não fica preso apenas à comédia. Por Favor, Rebobine tem boas doses de emoção sem ser piegas e presta uma homenagem muito bacana ao cinema. Tem mensagens para todos os lados, como união, superação e coisa e tal. Além disso, Jack Black continua muito engraçado com todos aqueles trejeitos. Na boa, é um dos filmes mais legais que vão estrear por aqui logo mais (em setembro ainda). Definitivamente, Gondry é um cara bacana.

Abaixo, Jack Black "refazendo" Robocop. Engraçado demais.

PSICOPATA GENTE FINA


Assisti ontem ao primeiro episódio do terceiro ano de Dexter. Bom, ele se livrou de ser descoberto pelo outro policial que sacou quem ele realmente é durante o segundo ano.

Esta nova temporada começou sem grandes novidades, pelo menos neste primeiro episódio. O protagonista surge indo atrás de um traficante e acaba matando meio que por acidente o irmão de um promotor público (ou algo assim). O tal do promotor fica inicialmente desconfiado de Dexter, mas depois desencana. Claro que isso vai causar problemas ao nosso "herói" lá na frente.

Duas "grandes" novidades: o corte de cabelo mais curto da irmã do Dexter (o cara nem notou) e a namorada dele que revelou-se uma viciada em sexo (com um desdobramento interessante para o futuro próximo). De resto, nada de muito novo, mas o seriado continua muito bom, com boas frases e boas histórias para contar.

Agora vamos esperar os próximos episódios para saber o que o nosso psicopata camarada vai aprontar. Vou cotando aqui pra vocês (sim, descobri que tem gente que vem aqui de vez em quando. Postem comentários, caceta!.

CUMA??


Um amigo me mostrou a capa da nova edição da Sci Fi News. Juro que não entendi o motivo do Super-Homem (e não Superman, como quer a DC no mundo inteiro) estar na capa com a chamada gigantesca 2009 - Um Ano de Fortes Emoções. Um novo filme do Azulão, se rolar, será apenas em 2011 e provavelmente Brandon Routh nem estará no papel principal. Não li a matéria nem nada, mas preciso dar uma ligada para o meu amigo Paulo Gustavo (editor da Sci Fi) para saber do que se trata o negócio.

ELA VEM!


Tá fechado. Kylie Minogue no Brasil!! (essa frase é para ser lida com aquela voz de comercial de TV, manja?). Eu não devo ir ao show da Madonna (muito caro e nem sou tão fã) e nem do REM (muito caro e já fui mais fã deles também). Mas no show da Kylie devo ir porque sou fã dela há anos, além de ser aquela coisinha de louco, né? O único problema é que ela não deve mais cantar "I Should Be So Lucky", imagino. Mas tá valendo. Além disso, o ingresso é mais barato (de R$ 80 a R$ 300). Vai ser no Credicard Hall, no dia 8 de novembro. A venda dos ingressos começa dia 25 de outubro.

Ah, só pra lembrar, a Kylie é dez anos mais nova que a Madonna. Dá um belo caldo ainda.

Aí, alguns de vocês que visitam o blog (sim, tem gente entrando aqui, eu vi no Google Analytics) podem perguntar por que esse meu interesse pela Kylie (já que não sou gay nem nada). É que existem algumas cantoras que me causam uma certa fixação. Já fui fã, sou ainda (tenho até disco no iPod), da Kim Carnes, cujo maior hit foi "Bette Davis Eyes". Também presto atenção em bandas que tenham mulher no vocal (Kid Abelha) ou no baixo (Breeders). Se bem que a garota do Paramore precisa de mais um pouco de arroz com feijão para ficar legal. Mas enfim, esse post foi para falar sobre a Kylie.

Então, mais uma fotinho dela para comemorar:



E mais uma dos anos 80, pra vocês fazerem o antes e o depois:

terça-feira, 16 de setembro de 2008

MAIS UM QUE SE VAI

O mundo dos quadrinhos - inclusive o brasileiro - está cada vez mais perdendo suas lendas. Segundo o Universo HQ (link ali ao lado) morreu ontem (15 de setembro) o desenhista e roteirista Gedeone Malagola.

Ele tinha 84 anos e é um dos grandes nomes dos quadrinhos brasileiros. Sua criação mais conhecida foi o Raio Negro, mas ele também fez Homem-Lua entre outros.

Não vou fazer biografia do Gedeone aqui porque isso você encontra em outros sites. Mas o que quero falar é que o trabalho de Gedeone teve sua importância na minha vida como leitor de HQ. Quando era pequeno conheci o Raio Negro e o Homem-Lua num gibizinho das antigas com eles. O Visual do Raio Negro e a história dele que eu li me deixaram muito empolgado. Gostava muito do personagem e volta e meia trombo com uma revista com ele em sebos. Acho que agora vou acabar comprando uma ou outra.

Outra coisa legal é que quando eu ainda era editor chefe da Pixel, tive uma idéia bacana de lançar um álbum (ou até dois) com uma história de cada um dos grandes super-heróis brasileiros dos anos 60 e 70. Obviamente o Raio Negro e o Homem-Lua estavam na lista. O projeto acabou não indo pra frente por causa das mudanças na Pixel e também pela minha saída. Espero que alguém roube esta idéia algum dia e faça o álbum sair. Eu ficaria bem feliz de ler esse material.

Abaixo, vai uma fotinho de um gibi do Raio Negro (sim, ele é a cara do Cíclope dos X-Men). Valeu, Malagola!